A MORTE DA ESPERANÇA

 Já tentaram definir felicidade, se procurarmos encontraremos estudos, teses, etc.; também observaremos que nenhum destes concluíram exatamente uma definição plausível.

Ontem me surpreendeu a morte do ator Robin Williams, por que? Obviamente o que eu sRobinWilliamsMagnumabia sobre ele era exatamente o que sempre vi nas telas do cinema e TV, e a impressão era: um comediante – excelente ator; mas acima de tudo, um homem “alegre” (mesmo com alguma notícia aqui e ali de alcoolismo, e até mesmo depressão – caramba, afinal somos humanos). Todas as suas entrevistas, inclusive para canais mais sérios, ele sempre quebrava o protocolo e sempre vinha ele com uma piada.

Penso que, quando de alguma forma deixamos de alimentar a esperança no âmago de nossa existência, de alguma forma deixamos de nutrir a felicidade, que então enfraquecida, se desvanece; e aí aparecem as loucuras…

Aristóteles muito bem afirmou ser a esperança o sonho do homem acordado. Então eu diria que o sonho é a força motriz da esperança, e o trabalho – o realizar – e principalmente, o ajudar – estender a mão – acreditar no próximo, é o combustível que nos move pelos dias de nossas vidas.

foto:http://www.chicagoreader.com


THE DEATH of HOPE

 You know, far too many people tried to define happiness, we don’t need to look hard in order to find studies, researches and thesis about it; also, it is easy to observe that none of these studies has concluded an exact and plausible definition of happiness.

The death of actor Robin Williams really surprised me, for the simple fact that he always stroke me as a great comedian, therefore a happy man. Think for a second and you will be able to remember every time you saw the man being interviewed, he never let a chance to throw a joke, and always-good ones. Obviously, I read once or twice here and there, about his alcoholism and depression… Well, we are all humans, and we all have our anguishes; and it is how we face everything that challenges
us that defines who we really are
.

I think that, when somehow we lack thrive to nourish the hope that lives in the mainstay of our existence, somehow we fail to nurture happiness, and like so weakened, it fades away; and just like that arise the craziness…

Aristotle very well affirmed that hope is the dream of the awakened man. So, I must conclude that the dream is the driving force of hope, and hard work – accomplishment – and mainly, helping – extend your hands – believing in the one next to me, is the fuel that makes us going through our days, one at the time.

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